Novos horários de confissões na paróquia:
Terça A Sexta-feira: 18h30min
Terça E Sexta-feira: De 19h as 21h
Quinta-Feira: Das 15h as 17h
Domingo: 30 minutos antes das missas.
EXAME DE CONSCIÊNCIA
PRIMEIRO MANDAMENTO
Tenho amado ao Senhor Deus, nosso Pai, sobre todas as coisas, com amor efetivo,
com todo o meu coração, minha alma e minha mente, procurando fazer Sua vontade?
Tenho santificado o Seu Nome? Tenho buscado a perfeição cristã e me deixado conduzir
pelo Espírito Santo? Tenho procurado a união sempre maior com Cristo que culminará
na comunhão perfeita com Deus e com os irmãos? Tenho idolatrado pessoas, animais,
o dinheiro, a beleza, a forma física, o prazer, o ter? Tenho acreditado no poder
de cristais, plantas, pedras, gnomos, etc.? E a minha vida de oração: tenho rezado
as orações da manhã e da noite? Tenho lido a Palavra de Deus, sobretudo o Novo Testamento
e feito a minha meditação diária? À noite, tenho realizado um breve exame de consciência
diário? Tenho preservado o meu tempo de oração ou "não tenho tido tempo" por causa
da televisão? Falei contra algum ponto da Doutrina Católica ou de seus ministros?
Tenho dúvidas de fé ou consentido nelas? Tenho faltado com a confiança na Providência
Divina? Tenho acreditado em superstições, horóscopos, astrologia, cartomantes, pirâmides,
duendes, seres extraterrestres, pragas, "trabalhos", "despachos", Nova Era, Seicho-No-Iê,
etc.? Tenho freqüentado sessões espíritas, de umbanda, de seitas? Tenho faltado
com o respeito na Igreja, por irreverência, distração, modo de trajar: grandes decotes,
mini-saias, costas nuas, roupas colantes, "shorts" curtos, etc? (Nossa Senhora as
usaria?). Tenho recebido algum Sacramento, em pecado?
SEGUNDO MANDAMENTO
Tenho pronunciado o Santo Nome de Deus em vão? Tenho jurado
falso, proferido blasfêmias, rogado pragas, ou maldições? Tenho as cumprido as promessas
feitas a Deus, Nossa Senhora ou Santos Tenho cumprido as promessas de rezar pelos
outros?
TERCEIRO MANDAMENTO
Tenho santificado e festejado o Domingo, Dia do Senhor
e os Dias Santos de Guarda? Eles têm sido dias de alegria, tem proporcionado o descanso
do corpo a da mente? Tenho participado da Missa inteira aos Domingos e Dias Santos?
Acompanho atentamente a Liturgia ou me porto de maneira a impedir, até, que outros
se concentrem? Tenho trabalhado ou mandado trabalhar, tratado de negócios, sem justa
causa, impedindo outros de guardar o Dia do Senhor? O meu lazer atende minha vida
familiar, cultural, social e religiosa? Tenho observado o jejum e a abstinência
de carne prescrito pela Igreja?
QUARTO MANDAMENTO
Tenho honrado, amado, respeitado
e obedecido meus pais, educadores e superiores? Tenho-Ihes socorrido em suas necessidades?
Se já faleceram, tenho rezado por eles? Ofendi meus pais, educadores e superiores,
com palavras e ações ou falei mal deles? Tenho participado ativamente da minha vida
familiar e contribuído para a sua harmonia? Tenho honrado, amado e sido reconhecido
aos meus avós, antepassados e parentes? Tenho cumprido os deveres para minha Pátria?
Para com a comunidade? ComI batizado tenho sido um bom Filho da Família de Deus,
a Santa Mãe Igreja?
QUINTO MANDAMENTO
Fui, voluntariamente impaciente? Mostrei,
conscientemente!, Ódio, raiva, roguei pragas ou desejei mal a alguém? Tenho maltratado
o próximo, com palavras, injúrias, violência moral ou física, ofendendo sua dignidade,
esquecido de que somos filhos de Deus e templos do Espírito Santo? Instiguei alguém
à falta de amor e até à violência? Evitei o excesso no comer e beber, no fumo, no
jogo, nos medicamentos, na velocidade, colocando em perigo a segurança própria ou
alheia, nas estradas, no mar e no ar? Como pedestre, atrapalhei o trânsito, causando
acidente? Tenho desejado, indevidamente, a própria morte ou a do próximo? Tenho
cultivado o respeito à vida, desde a concepção até a morte? Procuro falar e agir
certo quanto à questão do aborto, infanticídio, eutanásia, suicídio, seqüestros,
tortura, chacinas, terrorismo? Expus alguém a risco de vida moral ou físico ou ao
escândalo? Agi, ou me omiti, levando outro a pecar? Recusei ajuda a uma pessoa em
perigo? Tenho permanecido indiferente às situações de miséria que me rodeiam, não
ajudando na promoção humana de pessoas a quem eu poderia fazê-lo? Adotei práticas
usurárias e mercantis que prejudicam a saúde e a vida dos irmãos, inclusive, provocando
a sua pobreza, doença ou até a morte? Usei drogas ou contribui de alguma forma para
o seu uso? Estou consciente de que a Ciência e a técnica devem estar a serviço da
pessoa e da dignidade humana ? Dispensei atenção e cuidado aos moribundos para os
ajudar a viverem seus últimos momentos na dignidade e na paz? Interessei-me em saber
e providenciei a recepção do Sacramento da Unção dos Enfermos e do Viático, a fim
de prepará-los para o Grande Encontro com o Deus Vivo? Orei por eles? Cuidei para
que os doentes recebam a visita de um membro da Pastoral da Saúde? Tratei com respeito
e caridade os defuntos, na fé e com esperança na Ressurreição? Estou consciente
de que o enterro dos falecidos é uma obra de misericórdia corporal e que só honra
os filhos de Deus? Que faço pela paz? Colaboro para a paz na minha família, no meu
grupo de trabalho, de estudo, de lazer, de Igreja, na sociedade, na política?
SEXTO
MANDAMENTO – Considero o corpo humano, um templo do Espírito Santo? Evitei o perigo
de pecar contra a castidade? Tenho consentido em pensamentos e desejos impuros?
Tenho dito ou ouvido, com prazer, palavras, piadas e cantos imorais? Olhei ou li
revistas, livros, programas de televisão, fui a cinemas, teatros e outros espetáculos
obscenos? Divulguei-os? Pratiquei ou levei outros a praticarem abusos sexuais, masturbação,
fornicação, pornografia e homossexualismo? Provoquei outros a pecarem por palavras,
olhares, gestos, modo de vestir? Sou fiel ao meu cônjuge até nos pensamentos conscientes?
Quanto à maternidade ou à paternidade, tenho agido de acordo com a Lei de Deus?
Tenho recorrido a meios moralmente inadmissíveis para evitar a concepção? Pratiquei
adultério? Defendo a Lei de Deus e a lei moral sobre o divórcio, a poligamia e a
união livre?
SÉTIMO MANDAMENTO
Tenho consciência de que tudo é de Deus e que nós
somos, quanto aos bens materiais, apenas seus administradores passageiros? Tenho
consciência de que Deus fez o Mundo para todos e, portanto, da destinação universal
dos bens? Tenho sido justo e caritativo na administração dos meus bens e ao remunerar
o trabalho de outrem? Considero o dinheiro e outros bens materiais como empréstimo
de Nosso Senhor para o nosso sustento digno e o bem do próximo, na construção do
Seu Reino aqui neste mundo? Roubei alguma coisa de alguém e não a devolvi? Não restitui
objeto, emprestado ou achado, apesar de conhecer o dono? Enganei nas compras, vendas
pesos e medidas? Deixei de pagar os credores e os empregados? Emprestei com usura?
Pedi emprestado, sabendo que não poderia pagar? Fiz despesas além das minhas possibilidades?
Ajudei outros a pecarem, em matéria econômica e social, aconselhando ou encobrindo?
Recusei dar contribuição para o sustento da Igreja, do culto divino, da evangelização
e do serviço da caridade? Por motivo de lucro ou domínio, submeti seres humanos,
meus irmãos, a condições de mercadorias que se compram, vendem ou trocam? Tenho
respeitado os recursos naturais que Deus colocou para nosso uso e das gerações futuras?
Tenho tratado devidamente os animais, sem maltratá-los sem gastar com eles o que
aliviaria a miséria de uma pessoa? Tenho dado esmola para as pessoas realmente necessitadas,
sem pão, sem teto, sem terra? Tenho me empenhado em conhecer a Doutrina Social da
Igreja, tendo consciência de que não devo conservar o meu supérfluo?
OITAVO MANDAMENTO
Tenho dito mentiras para enganar alguém? Restaurei a verdade? Fiz juízo temerário
voluntário ou mau juízo? (Avaliar, apenas, as faltas sem condenar o culpado, não
é falta.) Amo a verdade no agir e no falar, ponderando que o cristão vive o amor
incondicional da verdade? Que o "sim" deve ser sim e que o "não" deve ser não? (Mt
5, 37). Fujo da duplicidade, da mentira, da maldade, da simulação, da inveja, da
hipocrisia? Tenho orgulho em dar testemunho de Nosso Senhor, em atos e palavras?
Tenho consciência de que a reputação e a honra de uma pessoa me proíbem toda a difamação,
palavra de maledicência ou calúnia que, irremediavelmente, a prejudicarão?
NONO
MANDAMENTO
Tenho orado pela purificação do meu coração? Do meu corpo? Da minha
mente? Da minha fé? Tenho procurado praticar a virtude da temperança? Tenho valorizado
e estado atento à castidade? Tenho procurado agir com pureza de intenção? Tenho
procurado manter a minha dignidade moral e espiritual e a do ambiente em que vivo?
Tenho praticado o pudor nos meus olhares, gestos, no vestir, no falar? Tenho cuidado
nos comentários, por exemplo diante da televisão, procurando formar o senso crítico
e o discernimento?
DÉCIMO MANDAMENTO
Cobicei, consentidamente, os bens de outros?
Não me contento com a minha vida e, por isso, sou infeliz e faço a infelicidade
dos meus familiares e de outros? Submeto-me à sociedade consumista, esquecendo a
simplicidade evangélica? Tenho ambição desmedida pelos bens materiais, descuidando-me
dos bens maiores, espirituais? Na ânsia, do poder e do prazer, prejudiquei o ´próximo?
Tenho inveja dos ricos e me entristeço dos bens do próximo? Tenho procurado ser
humilde? Valorizo e pratico o desapego? Procuro, primeiro, o Reino de Deus e a Sua
Justiça (Mt 6, 33)? Tenho procurado abandonar-me nas mãos da Providência do Pai
do Céu?
RITO DE SACRAMENTO (COMO CONFESSAR-SE)
Por si mesma, a Confissão Sacramental
deve ser sempre AURICULAR.
Na Confissão Auricular, o Sacerdote é:
- o Pai: ouve a
culpa; aconselha; dá as forças necessárias para a emenda, sendo distribuidor das
graças, pelo poder de Deus.
- o Médico: toma conhecimento da enfermidade, que é o
pecado; cura, dá o remédio necessário.
Por isso o Penitente deve:
- examinar bem
suas faltas, tendo pedido antes luzes ao Espírito Santo, usando, depois, de sinceridade,
para não apresentar uma falsa figura de si mesmo. Este exame pode ser feito comunitariamente
supondo sempre a confissão auricular;
- confessar os pecados mortais, todos, quantidade
e as circunstâncias em que ocorreram, já que elas podem alterar a espécie do pecado;
- estar arrependido: É colocar-se diante de Deus, nosso Criador e Pai. Reconhecer
a falta e dizer a Ele, com toda sinceridade, que está convencido do erro; de que
isto foi uma ingratidão muito grande e que, por isso, Lhe pede perdão;
- fazer o
propósito de não pecar. Isto não significa impecabilidade, mas a decisão firme e
sincera de evitar as ocasiões de quedas, pedindo a Deus as graças necessárias para
fugir de tais ocasiões.
- ouvir os conselhos do sacerdote e a penitência que ele
impuser;
- rezar, junto ao confessor, o ato de Contrição; para isso basta conversar
com Nosso Senhor. Por exemplo: “Meu Jesus, vos ofendi com meus pecados, sinceramente
estou arrependido; prometo esforçar-me para não mais pecar. Meu Jesus misericórdia!”
- não esquecer de cumprir a penitência dada pelo confessor;
- com relação aos pecados
veniais, não há necessidade de se atormentar na procura de minúcias inúteis. Os
pecados veniais são perdoados no Ato Penitencial da Missa. Para a Confissão basta
acusar os mais importantes e se arrepender de todos, sem exceção.
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